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2º dia - Toronto - transporte na cidade (parte I) Era sábado, a família inteira reunida e meu irmão nos chamou para passear. Achamos uma ótima idéia pois assim ele poderia nos ajudar nesse início em Toronto. O Fabio e a Adriana, minha cunhada, proporam nos levar ao shopping mais famoso, o Eaton Centre Mall e assim realizarmos as primeiras comprinhas, pois havíamos levado pouca coisa do Brasil e nós, claro, topamos. Todos arrumados, era hora de pegar os carrinhos das crianças. Aqui no Brasil seria um pouco diferente ver uma criança de quase 4 anos e outra de 2, andando em carrinhos de bebê, mas lá é mais comum, pois os carrinhos possuem uma capa transparente que bloqueia vento e frio, assim evitando friagem para as crianças (deveriam inventar isso para adultos também né rsrs). E lá vamos nós! As primeiras orientações foram com relação ao ônibus. Era tudo muito diferente e você fica se perguntando se é melhor ou não que o Brasil. A primeira grande diferença já começou quando chegamos no ponto de ônibus. Primeiro, que os pontos de ônibus possuem uma espécie de cabine de vidro, para que em dias mais frios as pessoas possam se abrigar neles. Idéia muito interessante. A segunda grande diferença é o timetable. Essa sim é uma grande idéia. Logicamente, que não basta ser uma boa idéia, tem que ser praticada e isso também é muito bem feito em Toronto. O Timetable é uma placa fixada nos pontos de ônibus, contendo a linha que passa por ali, bem como os horários exatos. A princípio você duvida de sua eficiência, mas eis que surge o ônibus exatamente naquele horário descrito. Gostei! OBS.: Em São Paulo existe uma espécie de Timetable em pontos de grandes avenidas. Ele é eletrônico, e indica em quanto tempo o próximo ônibus chegará naquele local. Porém, muitas vezes os timetables estão quebrados (não sei se por falta de manutenção ou vandalismo). Além disso, não conseguimos saber a frequência dos ônibus ao longo do dia. Só conseguimos saber do próximo ônibus. Minha cunhada entregou a mim e ao Leo uma moeda bem pequena para pagar a passagem. Eu não entendi nada a princípio (qual era o valor daquilo?), mas nada perguntei. Enfim, o ônibus chegou. Uma coisa legal também é que você não precisa sinalizar para que ele pare. Havendo pessoas no ponto, ele sempre irá parar (adorei! rs) Ao ver que estávamos com carrinhos de criança, o motorista acionou um dispositivo (que fica apitando) para rebaixar o piso do ônibus. Isso facilita o embarque dos pais com os carrinhos e suas crianças. Outra idéia muito boa que evitaria esse layout horroso dos ônibus aqui em SP e que, sinceramente, não favorecem em nada. Meu irmão nos orientou para que, ao entrarmos no ônibus, colocássemos a moeda numa espécie de cofrinho ao lado do motorista e apenas dizer: "a transfer, please". Depois disso, o motorista entregaria um papel, que deveríamos guardar. Como 2 papagaios fizemos o que foi dito. Finalmente acomodados, começamos o interrogatório. 1) A moedinha se chama Token e ela equivale a uma passagem de ônibus ou metrô. Ela pode ser comprada em qualquer estação de metrô, em máquinas próprias para isso. Vou falar melhor sobre os Tokens, no próximo post.
OBS.: A passagem pode ser paga também de outras formas: dinheiro (leve a quantia certa, pois eles não devolvem troco), Day Pass, Weekly Pass ou Monthly Pass. Sobre eles falarei melhor no próximo post também. 2) Ao utilizar um tipo de transporte (na ocasião, o ônibus), você pode utilizar outro sistema gratuitamente (metrô, por exemplo), basta pedir um "transfer", que nada mais é do que um pedaço de papel entregue pelo motorista (ou, quando se está no metrô, pego em uma das maquininhas com o mesmo nome). Seria o que conhecemos aqui em SP por "integração". 3) Uma observação que não posso deixar passar, é que tudo isso é feito com o motorista, pois lá não existem cobradores de ônibus. Agora uma outra coisa muuuito legal é que dentro dos ônibus existe um painel eletrônico que mostra qual é o próximo ponto/parada, ou melhor, o nome da rua que fica próximo ao ponto. Isso ajuda o passageiro a saber onde deve descer. Bom, depois dessa enxurrada de novas informações, chegamos à estação de metrô. No próximo post eu conto como é direitinho. See you later!
Escrito por Cristiane às 15h29 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Chegando em casa Enfim era hora de sair do aeroporto e pegar o táxi para finalmente chegarmos em casa. Eu havia lido no http://torontosecrets.zip.net/ que em Toronto existem taxis coloridos (os mais comuns) e as limousines, que são carros pretos (não necessariamente limousines rs), só que cobram mais caro pela viagem. Procuramos então um taxi colorido (foto).
Por incrível que pareça, no aeroporto, com exceção dos carros pretos, não havia muitas opções de taxis, mas tivemos sorte de pegar um que estava deixando um passageiro. Demos sinal e então desce um motorista aparentemente indiano (ou da região), falando algo (duas palavras) repetidamente que nem eu nem o Leo entendíamos. Tudo bem que o nosso inglês é péssimo, mas o do taxista também não parecia nada bom rsrs
O que estávamos entendendo era: come fast (algo como "vamos rápido"), o que não fazia sentido, pois estávamos em um aeroporto, numa área de embarque e desembarque, e tínhamos direito de colocar nossas malas no carro com tranquilidade. Enfim, na dúvida, entramos rápido rsrs e para nossa surpresa (e ânsia), o carro era fedorento eeeecaaaa rsrs mas estávamos tão empolgados, que o cheiro foi o de menos... Entreguei ao taxista um papel com o endereço da casa do meu irmão (preferi escrever pois existem 3 ruas em Toronto com nome semelhante e para não dar confusão com pronúncia, era melhor ele mesmo ver) e fomos admirando a paisagem. Tudo era novo para nós... parecia cena de filme aquelas placas em inglês rsrs Em menos de 15 minutos chegamos à casa do meu irmão Fábio. Ele mora em uma região mais afastada do centro, próximo a Islington Station. Quando descemos do taxi, inicialmente eu não entendi muito, pois no número que ele havia me passado tinha um salão de cabeleireiro! Sem querer, olhei para cima e percebi minhas sobrinhas na janela. O que acontece é que eles moram em um sobrado de 4 andares. No térreo, há duas entradas: na parte da frente fica o salão; na parte de trás, fica a entrada da casa, garagem e, a partir do 1º piso, a casa em si. Ufa! Menos mal...já pensou eu ter anotado o endereço errado?? rs Nesse momento olhei no relógio e eram 16:00. Havíamos levado 20 horas de viagem no total, contando desde o momento em que saimos da nossa casa no Brasil até estar dentro da casa do Fabio, em Toronto. Ufa, estávamos realmente muito cansados. Esse primeiro dia (na verdade, o resto dele) nos dedicamos exclusivamente a descansar, quer dizer, "tentamos" descansar...pois ficamos brincando com as crianças e contando para minha família como foi a viagem e como estavam as coisas no Brasil. Segue uma foto das minhas sobrinhas lindas!!
Escrito por Cristiane às 15h26 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Chegada à Toronto (parte I)
Novamente, procuramos o local onde a "massa" estava indo. Acabamos encontrando um saguão com várias cabines e diversas filas, no entanto, tudo muito mais rápido do que Miami. A fila era grande e não gastamos mais do que 10 minutos nela. Chegou nossa vez. A oficial nos perguntou de onde vínhamos e o que estávamos fazendo ali. Dissemos que vínhamos do Brasil e estávamos visitando meu irmão, que mora em Toronto. Ela pediu as passagens de volta (nós estávamos entendendo as passagens do vôo que chegamos rsrs foi um pequeno mico rsrs). Ela olhou as passagens e em seguida, carimbou os passaportes. Finalmente fomos liberados para a tão sonhada Toronto. Não foi dificil encontrar nossa bagagem (sim, ela veio!!!). A única coisa que estranhei é que cobram CAN 2,00 para utilização do carrinho de bagagens (no Brasil, é gratuito). O Leo estava tão eufórico que queria conhecer o aeroporto. Eu, num cansaço só, pensava apenas em ver um prato de comida na minha frente e em seguida, uma cama bem fofinha pra relaxar. Mas para não decepcionar o marido, lá fomos nós. Não achei o aeroporto de Toronto gigante, mas é simpático rs Andamos por algumas lojinhas, tiramos fotos. O Leo se convenceu de que não havia muito o que olhar e optamos por comer ali mesmo. Fomos em uma lanchonete. Era a primeira vez que gastaríamos todo o nosso inglês rsrs Não tinha muito segredo, pois era bem parecido com o McDonald's. Na parede, as opções por número. Fiz o nosso pedido. Depois que paguei, fui procurar um local para sentar. O Leo ficou aguardando o pedido sair. Enquanto isso, ele aproveitou que eu não estava por perto para arriscar o inglês dele também. Pediu algumas modificações no sanduíche e veio tudo certinho! Experiência nº 1 com comida e fomos aprovados! rs Quando terminamos de almoçar, fomos ao banheiro. Eu achei que o post merecia um lugarzinho para falar sobre isso, para que os também marinheiros de primeira viagem não pagassem micos por aí, afinal, o intuito do blog, com inúmeras linhas de texto é exatamente esse!! Bom, de diferente, os banheiros públicos deles possuem dois itens principais: 1) a descarga: podem ser de dois tipos. A mais comum é uma pequena alavanca de alumínio, que fica acoplada a tubulação que sai da privada para a parede (no Brasil temos caixas, lá tem apenas tubos). A menos comum e a que confesso ser engraçada, é a de sensor. Era exatamente essa que tinha no Aeroporto, portanto, o primeiro mico em solo Canadense está aqui. Após fazer suas necessidades, você deve simplesmente abrir a porta e ir embora, pois é exatamente isso que aciona o sensor da descarga. E eu, sem saber, fiquei lá procurando um botaozinho para apertar hahahaha Depois de muito procurar, resolvi abandonar o xixi lá e abri a porta. Nisso, a descarga funcionou rsrs 2) cesto de lixo: muito mais discreto do que no Brasil. Não sei se vou conseguir explicar direito, mas existe uma portinha na parede que você abre e joga o papel lá, ou seja, o cestinho de lixo está dentro da parede, evitando que você fique olhando "sujeira dos outros". Quanto a torneiras e meios para secar as mãos, não é diferente do Brasil. Sensores nas torneiras e aqueles secadores de mãos para mim, nada eficientes, mas em muitos lugares ainda é comum o uso de papel. Bom, acredito que com relação a curiosidade de banheiros públicos, é isso. Agora estávamos prontos para pegar o taxi e finalmente chegar à casa do meu irmão. Seguem algumas fotos da nossa chegada ao Aeroporto de Toronto.
Escrito por Cristiane às 13h22 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Fazendo conexão: Miami - Toronto (parte II)
Finalmente, a companhia aérea iniciou a convocação de passageiros. A ordem dessa vez, era por números. O nosso era grupo 4. Na nossa vez, o atendente pediu os passaportes e até brincou conosco sobre como nos chamávamos, porque no "calor da situação", eu troquei os passaportes. Enfim, estávamos embarcando para Toronto! A aeronave era bem menor do que a que viemos do Brasil. credito que comportava cerca de 100 a 150 pessoas. Havia 3 assentos na lateral esquerda (na qual nós estávamos) e 2 na lateral direita. Ao nosso lado, sentou-se uma senhora, muito educada, por sinal. Durante o vôo nossa adrenalina estava a 1.000. Tanto por tudo o que tínhamos passado no aeroporto de Miami, tanto pela expectativa de finalmente estarmos chegando ao nosso destino. O vôo de Miami a Toronto iria durar 3 horas. Estávamos morrendo de fome, cansaço e sono. Tudo isso misturado com alegria e empolgação. Infelizmente em vôos de curta distância, a American Airlines não oferece refeições; apenas água e suco. Tínhamos que aguentar um pouquinho mais até chegar ao Aeroporto de Toronto. Nessa hora me acabo de rir lembrando do Leo falando: "Amor, assim que chegarmos no Aeroporto de Toronto, vamos pelo menos tomar um café e comprar um pão de queijo". Ôôô Deus, é fácil identificar que nunca viajamos para o exterior né?? rsrs Estávamos tão ansiosos, que parecia nunca chegar em Toronto. Resolvemos arriscar e perguntar a hora para a senhora ao lado. Acho que treinamos a frase umas 5 vezes, para não demonstrar sotaque hahahaha O Leo falou bonitinho. O dificil foi entender o que a senhora disse hahaha ainda bem que ela mostrou o relógio também rsrs Já próximos do destino, a senhora cutucou o Leo e falou algo como: "estou indo ao banheiro, você pode olhar minhas coisas por favor?" Dissemos que sim. Entendemos também que ela falou algo relacionado a princesa ou preciosidade. O engraçado é que, só ao sairmos da aeronave que percebemos que ela se referia a um cachorrinho que estava numa gaiolinha embaixo da poltrona. Ele foi tão quietinho durante o vôo que nem havíamos percebido que nosso vizinho de poltrona era um cachorrinho lindo rs De repente, o comandante avisa que daríamos início a aterrisagem. O que tenho a dizer sobre esse vôo é que ele foi bem tranquilo...decolagem e aterrisagem perfeitos, assim como o primeiro. Enfim, estávamos em Toronto! Os minutos em que a aeronave ficou taxiando na pista pareciam não acabar. Eu já via minhas sobrinhas me abraçando e a cara do Leo vendo a CN Tower. O sonho estava ali, se realizando... Não gosto de ficar falando que lá fora tudo é melhor, mas não tem como não comparar a saída dos passageiros de um avião com 99% de estrangeiros e o outro com 99% de brasileiros. No post anterior, eu disse que a demora em sair foi muito grande, pois as pessoas são bem folgadas. Pois bem, a saída dessa aeronave não demorou mais do que 5 minutos. Tudo bem que estávamos em um de porte bem menor, no entanto, a organização e educação deles, torna tudo mais fácil. Simplesmente, as pessoas não ficam no corredor atrapalhando a passagem dos outros. Todos já estavam com suas bagagens nas mãos e as pessoas levantavam conforme fosse sua vez, ou seja, nada do ultimo querer sair antes que o primeiro. Enfim, tudo muito organizado espontaneamente.
Escrito por Cristiane às 13h14 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Fazendo conexão: Miami - Toronto (parte I)
Ahhhh, que alívio!! Finalmente poder esticar as pernas, depois de quase 8 horas de vôo, não tem preço!! Miami vista de cima é realmente bonita... a praia dá gosto de se olhar (tivemos o privilégio de chegar em um horário em que o sol estava dando um show a parte em pleno inverno). Bom, mas infelizmente, não tínhamos tempo para ver o sol e as paisagens de Miami. Tinhamos uma conexão ainda pela frente! Uma dica para quem irá fazer conexão de curto tempo: lembram que eu comentei sobre divisão de grupos entre os passageiros? Pois bem, se você não for da 1ª classe ou Executiva, faça de tudo para pelo menos pegar o grupo A ou 1, pois pegar o último grupo (como nós) significa ficar mais no fundo do avião e também significa ter que esperar todos à frente levantarem-se, ficarem bloqueando o corredor, abrirem o compartimento de bagagem, pegarem sua bagagem, espreguiçarem no corredor com a maior calma e finalmente sair. Isso nos custou 30 min das 3hs que tínhamos para fazer conexão. Bom, com cerca de 2h30, precisávamos achar o local exato para isso. Na dúvida, vale seguir a multidão rsrs ah, mas quando falo em seguir, não quero dizer ficar literalmente atrás rsrs quero dizer ver o rumo de onde estão indo e, sem sair do bolo, se projetar mais à frente. Primeiro, porque o caminho a ser percorrido é grande (levou mais ou menos 10 minutos em passos rápidos) e, segundo, porque quanto mais à frente você chegar do povão que estava no vôo, menos fila enfrentará (eu sei que isso é pensamento tosco, mas como falei, em conexões de curto tempo, fazemos de tudo o que se pode imaginar rsrs) Enfim, visualizamos uma área com diversas cabines e placas mostrando "visitantes". A maioria já tinha filas grandes. Aguardamos por cerca de 40 minutos. Como todo marinheiro de primeira viagem, observávamos tudo o que os outros faziam, para não pagarmos tanto mico rsrs Chegada a nossa vez, cumprimentamos o oficial da imigração. Ele então pegou nossos passaportes e formulários (aqueles que havíamos preenchido, em inglês, ainda no aeroporto do Brasil). Aqui, caros leitores, vamos dizer o que entendemos do que foi dito (ou o que imaginamos rsrs) pois como eu disse anteriormente, não falamos inglês. O oficial nos perguntou para onde estávamos indo e mencionamos Toronto. Ele olhou o formulário e anotou algo (nesse momento percebi que faltou eu colocar no formulário a palavra "transit", demonstrando que estávamos ali apenas para conexão). Em seguida, ele nos perguntou mais alguma coisa que até agora não sei o que foi rsrs Fizemos cara de interrogação um para o outro, quando graças a Deus, um outro funcionário o interrompeu para tirar uma dúvida. Ao terminar a conversa entre eles, o oficial não sabia mais o que tinha nos perguntado (ou desistiu, vendo que não entendemos rsrs) e só pediu para o Leo colocar os 4 dedos da mão direita no scaner, a fim de tirar as impressões digitais. Nem as minhas ele pediu. Depois disso, carimbou nossos passaportes e nos liberou. Resultado: imigração significativamente fácil. Novamente, tentamos seguir a multidão para saber o que deveria ser feito. Ouvimos um zum zum zum de que deveríamos retirar a bagagem e despachá-las novamente. Fomos então para a esteira e nossas malas já estavam no chão, amarrotadas e denunciando que em algum momento foram abertas. Preferimos não nos ater a isso e continuar com a correria da conexão. Nesse processo de conversar com o oficial e procurar a esteira com as malas acho que gastamos mais uns 15 minutos. Restavam então cerca de 1h15 para nosso avião decolar. Nesse momento, vimos que não tinha mais ninguém a seguir (não sabíamos mais quem era ou não do nosso vôo, quem estava fazendo conexão, para onde iam, enfim). Percebi que uma funcionária perto da esteira falava Espanhol. Perguntei então onde eu poderia despachar minhas malas para Toronto. Ela indicou um caminho. Nesse caminho, havia uma barreira de policiais (até agora também não entendi o por quê). O policial nos parou perguntando de onde vínhamos e onde iríamos. A resposta meio impaciente foi: Brasil; Toronto. Ele então perguntou porque estávamos indo para Toronto, se por acaso não gostávamos da América. Achei uma pergunta de péssimo gosto (eu diria que é um problema meu se estou indo pra Toronto e não para os EUA), mas como não queríamos discussão (mesmo porque não saberíamos discutir em inglês kkkkk), dissemos que sim, nós gostávamos da América (tanto é que moramos em uma!! rsrsrs). Depois disso, houve um problema: eu entendi ele perguntar quanto ganhávamos juntos; o Leo entendeu quanto estávamos trazendo de dinheiro juntos (perguntas bem parecidas né kkkkkkkkkk). Bom, depois de respondermos qualquer bobeira, ele nos liberou. E lá se foram mais 5 minutos. O policial intrometido nos indicou a entrar em uma fila, que teoricamente deveria ser para despachar nossas malas. Perdemos mais uns 5 minutos nela, quando veio uma oficial olhando as etiquetas das nossas malas e nos questionando o que estávamos fazendo ali, sendo que o local onde deveríamos estar era completamente diferente. Novamente, me calei, tanto pela educação que meus pais me deram, quanto porque eu não saberia discutir e xingar em inglês rsrs Fomos até o local (mau) ensinado por ela. Estava a maior confusão. Diversas pessoas entregando suas malas para funcionários. Perguntamos se as nossas teriam que ser deixadas ali. A funcionária disse que não e nos apontou outro saguão. Começamos a ficar tensos, pois o tempo estava passando e cada um falava de um lugar diferente para deixarmos as malas. Chegando nesse outro saguão, vimos que uma funcionária falava Espanhol. Perguntamos se era ali que deveríamos despachar as malas. Ela olhou as etiquetas e disse que sim e pegou as malas apressadamente de nossas mãos. Não nos entregou nenhum comprovante, nada. Aproveitamos para perguntar qual o portão de embarque para Toronto, já que nos bilhetes não constava. Ela consultou os computadores e disse que era o D10. Corremos para lá. O aeroporto estava completamente lotado e, pra piorar, não achávamos esse portão de embarque. Novamente, começamos a pedir informações. Cada funcionário nos indicava para um lugar diferente. Passamos por cerca de 3 pessoas indicando caminhos diferentes. Uma, super educada, nos disse: consulte os painéis. Ai que ódiooooo!! Isso tudo nos levou mais de 20 minutos. Finalmente, encontramos uma funcionária que nos disse para ficarmos na fila a seu lado, pois seria por ali o embarque. Não sabíamos se respirávamos aliviados ou se chorávamos, pois não tínhamos certeza se era isso mesmo, afinal, os funcionários daquele aeroporto pareciam saber menos do que os passageiros. Percebemos então que essa fila era para o raio-X. Ficamos completamente assustados com as exigências, bem diferentes do raio-X do Brasil. Tínhamos que tirar os sapatos e TODOS os eletrônicos das bagagens de mão, tirar cintos e até as jaquetas. Levamos mais 20 minutos nisso tudo. O desespero foi aumentando. Nesse momento, já estávamos completamente atrasados. Faltavam 35 minutos para o avião decolar. Saimos correndo... eu fechando o ziper das botas e correndo ao mesmo tempo. Vimos a seguinte placa: Gates D5-D11. Ótimo! Nosso portão era o D10, então era por ali mesmo. Andamos o corredor inteiro!!! Começamos a ver o D9...ufa....e em seguida... o D11??? Como assim?? Cadê o D10?? Percebemos então que aquele saguão era apenas de números ímpares, teríamos que procurar o saguão dos números pares. Voltamos tudo novamente, correndo muito...e lá estava ele nos esperando: D10!!! Cheguei ao balcão da America Airlines esbaforida. A atendente nos disse para aguardar que o embarque começaria em alguns minutos. Na verdade, só deu tempo de irmos ao banheiro. Nunca pensei que 3 horas para uma conexão se esgotariam de maneira tão rápida. Agora só nos restava uma pontinha de dúvida ainda: será que nossas malas foram despachadas no lugar certo mesmo? Afinal, deixamos elas em um canto qualquer, com uma funcionária qualquer, que dizia ser ali, mas não nos entregou nenhum comprovante de recebimento e posse das malas. Bom, só nos restava aguardar...
Escrito por Cristiane às 13h09 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Saindo de SP em direção a Toronto (parte II) Ahhhh, enfim embarcamos rumo a Toronto!! Conforme falei em posts anteriores, nosso vôo iria até Miami (EUA), onde faríamos uma conexão para Toronto (CAN). Para quem não sabe, existe diferença entre escala e conexão. A escala é quando a aeronave faz uma parada antes de chegar ao seu destino final sem que os passageiros desçam do avião. Isso acontece quando é necessário reabastecer a aeronave ou desembarcar e embarcar novos passageiros. Já na conexão desembarca-se em um determinado ponto e embarca-se em outro avião para prosseguir viagem. Havíamos reservado duas poltronas laterais (eram duas laterais esquerda, quatro centrais e mais duas laterais direita) na classe econômica. Percebemos que o avião da American Airlines não era muito confortável. A inclinação das poltronas não passava de 15 cm, além disso, a distância entre dela com a da frente era mínima (isso porque sou baixinha hein?!). Outro ponto muuuuito negativo foi não haver a parte de entretenimento individual, o que já nos dava a idéia de que a aeronave era antiga. Havia televisores nos corredores e você poderia ouvir o som do que estivesse passando acoplando o fone de ouvido (ganho no pacote que estava em cada assento, contendo, além dos fones, um mini travesseiro e um cobertor) no braço da poltrona. A 00:05 iniciamos a decolagem. Cerca de 1 hora após a decolagem, o serviço de bordo anunciou que começariam a passar o jantar. Estávamos morrendo de fome, pois chegamos muito cedo ao aeroporto. Ao servir o jantar, percebemos que as comissárias de bordo não falavam português, na verdade, só sabiam falar do que se tratava o jantar...já era alguma coisa rs As opções que tínhamos eram duas: 1) "pasta" (massa rs), com um capeletti e molho a bolonhesa; 2) arroz com carne. Eu e o Leo optamos pela carne. Já adianto que é bem semelhante a comida de hospital...aliás, acho que no hospital ainda estão oferecendo coisas um pouquinho melhores rsrs mas com fome a gente nem pensa em sabor rsrs Após o jantar, peguei logo uma cartelinha de Dramin que todos indicam para dormir em longas viagens. Tanto eu como o Leo tomamos, mas não deu muito certo. Ficamos grogues, mas não chegávamos a dormir (no meu caso era mais porque o Leo não conseguia e se mexia muito). Para piorar a situação lá para as 2:00 desligaram os televisores dos corredores (acho que para todos pudessem dormir, esquecendo de quem não consegue). Aí sim o desespero para que chegássemos logo ao destino aumentou. Imagine ficar em uma aeronave desconfortável, sem conseguir dormir, sem TV e tudo escuro. Ughhhhh que ódio!!! Só ligaram a TV e as luzes novamente lá pelas 6:00. Nessa altura, eu e o Leo estávamos num poço de sono, cansaço e stress. Bom, mas enfim estava amanhecendo e próximos de chegar ao destino (previsto para as 07:30). Os comissários passaram oferecendo o café da manhã (ecaaaa...o café com leite foi a pior coisa que tomei nos últimos anos). Depois de tantas horas tentando evitar o banheiro de um avião, não consegui mais aguentar depois de tantos líquidos tomados e fui testá-lo. A porta é a primeira coisa estranha na qual você se depara (ela dobra), além disso, é muito estranho estar num banheiro chacoalhando. A descarga faz um barulho assustador rsrs e a água para lavar as mãos é estranha (a característica incolor passou longe dali...rs). Voltei para meu assento jurando a mim mesma que nunca mais iria em um banheiro de avião. Mas enfim, chegamos!! Tirando esses probleminhas mencionados, a viagem foi tranquila, não teve turbulências e tanto a decolagem quanto aterrisagem foram sossegadas. Seguem nossas fotos chegando em Miami (a cara inchada deve-se a isso tudo contado acima)
Escrito por Cristiane às 09h22 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Saindo de SP em direção a Toronto (parte I)
Imaginem o que é uma pessoa mega ansiosa, casada com um mega ansioso, fazendo sua primeira viagem internacional? Resultado: nosso vôo era meia noite e simplesmente as 18:00 estávamos sentados no sofá, prontinhos, com malas em mãos esperando meu pai para que nos levasse ao aeroporto. Da nossa casa até o aeroporto de Guarulhos não se leva mais do que 20 minutos de carro, portanto, sair as 20:40 era mais do que suficiente...foram os minutos mais angustiantes de nossa vida...não passava nunca!! Não tive dúvidas, liguei para o meu pai adiantar o horário e sairmos as 19:00, caso contrário, eu infartaria rsrs (ainda bem que meu pai já sabe a filha que tem e imaginou que isso poderia acontecer...ele já estava pronto para ir nos buscar rsrs) As 20:00 já estávamos no balcão da American Airlines fazendo check-in rsrs O check-in consiste em você se apresentar ao balcão da companhia aérea na qual irá viajar, exibindo passaporte e reserva de vôo. Seus documentos serão conferidos, sua bagagem pesada (para vôos internacionais, cada volume deve conter no máximo 32 kg), etiquetada e despachada. Eles emitirão as passagens oficiais e também fazem algumas perguntas para segurança, como por exemplo, se foi você quem arrumou as malas, se a mala esteve o tempo todo com você depois de pronta, etc. Acho que isso tem por objetivo que você se responsabilize por qualquer coisa encontrada nela, não podendo alegar depois que "alguém" colocou certos conteúdo lá. Cada companhia aérea tem suas normas em relação a quantidade de volumes despachados (os que irão no porão do avião), mas acredito que o máximo de 2 por pessoa é o aceitável por todas. Em caso de excedente, paga-se por isso (não sei dizer quanto...acredito que isso varia de companhia aérea também). Além disso, você tem direito a levar 1 bagagem de mão, que estará com você no avião. A mala de mão é destinada a levar objetos que não podem ser separados dos seus donos, como dinheiro, documentos, cartões e alguns aparelhos eletrônicos, como notebook e celular. Essa mala não pode conter objetos cortantes, perfurantes e líquidos acima de 100 ml cada frasco (apesar de que passei com um de 150 ml e ninguém falou nada rs). Ou seja, shampoos, perfumes, etc e qualquer frasco com líquido acima de quantia, deverão ser despachados nas malas, sob risco de serem confiscados antes mesmo de você embarcar. Esses frascos também devem estar em sacos plásticos ou necessaires transparentes com dimensão máxima de 20 cm x 20 cm e 1 litro de capacidade máxima. É importante ressaltar que mala de mão é aquela que sirva para levar as coisas mais importantes. Uma mochila ou bolsa são exemplos ideais de bagagem de mão, mas na prática isso não ocorre, pois na intenção de levar mais malas para trazer mais coisas as pessoas exageram no conceito e acabam "encaixando" uma mala P como bagagem de mão. Isso ocasiona alguns problemas no avião, visto que os compartimentos de bagagem no avião não comportam tais volumes ou até mesmo impedem outros passageiros de colocarem suas bagagens. Isso gera desgastes necessários e até mesmo atraso no vôo já que as pessoas tentam colocar a qualquer custo aquele mega mala num compartimento que deveria caber apenas uma bolsa ou mochila e, como todos devem saber, o vôo só inicia se todos estiverem devidamente sentados e com cintos fechados. Portanto, bom senso é o que vale na hora de designar o que é ou não bagagem de mão. Terminada a conferência de documentos e despachadas as bagagens, o atendente da companhia nos informou que deveríamos preencher um formulário para entrega no destino. Finalizamos o check-in e resolvemos nos sentar para preencher o bendito formulário (depois é claro das despedidas dos pais e ouvir todas aquelas recomendações que todos os filhos estão acostumados). Quando fomos preenchê-lo olhamos um para o outro e rimos, pois ele era todo em inglês (para quem não se recorda, eu e o Leo não falamos inglês). Se ainda fossem apenas dados básicos como nome, data de aniversário, endereço, etc, tudo bem, mas tinham ali diversas frases (do tipo sim ou não) com palavras nunca vistas antes. Não poderíamos chutar, pois isso fatalmente nos complicaria. A solução foi apelar para a internet via celular. Ufa! No entanto, percebemos que algumas palavras traduzidas pela internet não faziam sentido no texto. Sugeri ao Leo para ele ir (par ou impar) ao balcão da companhia e tirar a dúvida, já que precisume-se que todos falem inglês lá. Ri muito quando o Leo voltou, pois simplesmente deram outro formulário para ele, em português, para servir como base ao respondermos o formulário oficial em inglês. Ficamos nos perguntando: será que eles fizeram de propósito??!! Já que seria óbvio entregar a versão em português junto com a de inglês. Preferimos encarar como a primeira de muitas gafes que viriam pela frente rs Formulários preenchidos, horas esperando ansiosamente pelo embarque. Não sabíamos como era e ficamos sondando a entrada de "embarque internacional". Percebemos que a pessoa que fica na porta com o scanner verificando as passagens, nem olhava para elas, ou seja, poderíamos entrar ali a qualquer coisa. Bora lá então! Entramos nesse setor e lá vamos para a primeira fila: Polícia Federal. É feita uma conferência rápida dos seus documentos e você é encaminhado para um saguão, onde encontrará o Duty Free de embarque. Confesso que fiquei um pouco decepcionada com ele, pois achei pequeno e sem muitas opções. Não compramos nada pois havia muita coisa por vir ainda. Fomos para o portão de embarque marcado nas passagens. Depois de aguardarmos cerca de 30 minutos no saguão, uma representante da companhia aérea foi chamando os passageiros para apresentação e embarque, de acordo com a seguinte ordem: primeira classe, classe executiva, classe econômica grupo A, classe econômica grupo B e finalmente a de grupo C (a nossa!!) Apesar de um certo intervalo entre as chamadas, não foi possível evitar a fila...nossa segunda fila... para passar no raio-X. Eu passei primeiro e pronto, sem problemas. O Leo acabou ficando (para meu desespero). Eles o levaram para um cantinho, pediram para tirar os tênis, revistaram roupa, mochila, meias...enfim, algo em torno de 5 minutos (de aflição para mim, é claro, que não sabia o que estava acontecendo). Daqui a pouco o Leo veio e me acalmou dizendo que foram diversas pessoas pra lá e parecia ser algo de praxe. Ufaaaaaa...finalmente, embarcamos no avião!
Escrito por Cristiane às 20h11 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Roteiro de viagem
Fazer o roteiro de uma viagem é essencial para que você aproveite ao máximo o seu tempo disponível. Quando falo em aproveitar o tempo disponível é saber focá-lo nos objetivos principais de sua viagem (que pode ser conhecer pontos turísticos, fazer compras ou simplesmente descansar) sem deixar de lado os objetivos secundários. Um roteiro também é importante em termos de localização na cidade (saber para onde vai, que transporte utilizar, quanto tempo levará para realizar isso, etc) e também para ter uma estimativa do quanto dispenderá financeiramente para essa viagem, principalmente por conta dos passeios. Nosso roteiro demorou semanas (não seria exagero dizer "meses") para ficar pronto. Simplesmente porque quando não se conhece algum lugar é dificil dizer o que se quer fazer nele. Um roteiro então deve começar por uma boa pesquisa na internet a respeito de experiências de outras pessoas e indicações de bons lugares para se visitar, comprar, comer, dormir, etc. Fuçamos em dezenas de blogs sobre Toronto e New York. Os livrinhos que indicamos em outro post (Planejando a viagem) foram muito bem vindos também. Estabelecemos as seguintes ordens de prioridade em nossa viagem: - Passear - Comprar - Descansar Por fim, baseados na prioridade de passear e conhecer novos lugares, nosso roteiro continha os seguintes lugares: Toronto - Skywalk (ponte fechada de vidro que interliga a Union Station e a três grandes atrações turísticas da cidade: a CN Tower, o Rogers Centre e o Metro Convention Centre) - Path (caminho subterrâneo, que interliga diversos locais na cidade. Muito utilizado no inverno, quando as pessoas se abrigam do frio utilizando esses caminhos para deslocarem) - Casa Loma (cenário do filme X-Men. Uma espécie de castelo.) - High Park (um dos parques mais famosos de Toronto e o maior) - CN Tower (cartão postal da cidade. Torre que possibilita visualizar a cidade quase por completo) - Queen’s Park (local onde estão o Parlamento de Ontario, Universidade de Toronto e Royal Ontario Museum) - Assistir jogo de hóquei (esporte favorito dos canadenses. O time mais devotado por eles é o Toronto Maple Leafs) - Toronto Zoo (um dos maiores zoológicos do mundo, com diversas espécies, inclusive de ursos polares) - Chinatow (bairro com predominância oriental, na qual é conhecido pela venda de produtos mais baratos) - Niagara Falls (cataratas que, assim como Foz do Iguaçu, possuem dois lados - canadense e americano. Existe um episódio do desenho Pica-Pau que se passa no Niagara Falls) - City Hall na praça Nathan Phillips Square (onde estão localizadas a antiga e nova prefeitura) - Pista de ski (existem algumas opções ao redor de Toronto - Little Italy (bairro de predominância italiana) - Little Portugal (bairro de predominância portuguesa e brasileira) - Assistir jogo de basquete (O time mais devotado pelos canadenses é Toronto Raptors, cujo principal jogador é brasileiro) - Visitar o Roger Centre (ginásio de esportes e apresentações da cidade) NY - Times Square (área central em Manhattan, predominantemente comercial, na qual todos possuem letreiros luminosos bem chamativos. Possui algumas das lojas mais conhecidas em diversos segmentos) - Central Park (Cartão postal de NY, o parque é conhecido mundialmente. Muitos filmes já o mencionaram ou até o exibiram) - Broadway (teatro que apresenta superproduções musicais) - Saint Patrick Cathedral (maior catedral católica dos EUA) - Rockfeller Center (complexo empresarial conhecido principalmente por sua pista de patinação e árvore de Natal) - Top of the Rock (observatório da cidade situado no Rockfeller Center) - Radio Music Hall (local de espetáculos) - Empire State (edifício mais alto de NY, que possui um observatório) - Estátua da Liberdade (um dos monumentos mais famosos do mundo, construído em uma ilha, na entrada do Porto de NY) - Visitar lojas famosas como Macy's (famosa loja de departamentos), Victoria Secret (loja de produtos de beleza e lingeries), Lego (loja de brinquedos lego, que são peças de plástico que se encaixam, permitindo diversas combinações e formando diversos objetos), Disney (loja que comercializa brinquedos e produtos famosos da Disney), FAO Schwarz (revendedora de brinquedos conhecida por seus diversos tipos e preços. O mais famoso é o piano de chãp gigante) e Apple (loja que comercializa diversos produtos da Apple) - Museu de História Natural (possui uma vasta coleção de fósseis, incluindo Dinossauros, meteoritos, detalhes de civilizações antigas, etc) - Metropolitam Museum (um dos maiores e mais importantes museus do mundo - Madme Tussaud's - Museu de Cera (possui mais de 200 estátuas idênticas as celebridades as quais retrata, tudo feito em cera) Bom, nossa intenção era de conseguir ver tudo isso em apenas 16 dias (além de curtir um pouco as sobrinhas que estavam nos esperando pra brincar em Toronto). Nos próximos posts, falarei como foi efetivamente a viagem, passo a passo, levando em conta esse nosso roteiro. See you soon!
Escrito por Cristiane às 20h20 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Enfim, voltei para contar tudo! Olá pessoal! Fiquei muito tempo sem postar no blog (mais de 1 mês!) devido a grande correria que antecedeu nossa viagem e posteriormente, é claro, pelo fato de estarmos viajando. Mas cá estou eu pra contar tudinho, passo a passo do que fizemos durante esse período maravilhoso que foram nossas férias em Toronto e NY (acredito que levarei alguns dias e possivelmente semanas para terminar, mas valerá a pena) Prontos para ler muuuuitas coisas?? Então vamos lá! See you soon!
Escrito por Cristiane às 18h00 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Compra de dólares (americanos e canadenses)
Não basta apenas tirar passaporte, vistos, comprar passagens, reservar hotel, etc, se você esquecer de um item essencial: dinheiro para gastar no destino. Esse é um assunto que entra para a listagem de despesas que você terá em uma viagem internacional, afinal, como todos sabem, U$ 1,00 deles equivale a quase R$ 2,00 nosso... isso significa dizer que se você pretende gastar o equivalente a R$ 1.000,00, vai ter apenas cerca de U$ 500,00 para gastar lá. Quando se viaja para o exterior a primeira vez, como é o nosso caso, você não tem a mínima idéia do quanto de dizer levar. Isso porque cada local tem o seu custo de vida. Nossa estimativa de valor veio através de buscas pela internet. A média de valores que as pessoas relatam para turismo de 10 dias em Toronto corresponde a CAD 1.000,00 (mil dólares canadenses). Como ficaremos 12 dias, estipulamos CAD 1.200,00. Nos EUA, a média é semelhante, portanto, calculamos para 4 dias cerca de U$ 650,00 (um valor um pouco maior do que no Canadá pois pretendemos fazer mais compras em NY) Sabendo sobre quanto aproximadamente levaríamos para a viagem, fomos em busca de como adquirir isso. O ruim de você nunca ter feito algo e nem ter idéia de como fazer, é quando você encontra algo legal na internet, "abraça a causa" e nem pesquisa mais sobre outras possibilidades. Foi assim conosco quando conhecemos o cartão pré-pago de viagem. Realmente o cartão pré-pago é a oitava maravilha do mundo no que diz respeito a segurança. Você não precisará levar todo o dinheiro em espécie, correndo o risco de ser assaltado. É só entrar em contato com uma casa de câmbio, carregar o cartão com o valor desejado em dólares e pronto. Você só precisa achar um caixa eletrônico (o que é super fácil) no local de destino e sacar o dinheiro ou então passar o próprio cartão quando efetuar as suas compras. Isso não é maravilhoso?? Eu também achei! Bom, o cartão pré-pago mais conhecido é o VTM (Visa Travel Money). Em quase todas as casas de câmbio ele é comercializado. Minha dúvida, no entanto, era o que fazer se a pessoa aqui em questão iria para dois destinos com moedas diferentes (dólar canadense e dólar americano). Li que se eu carregasse o cartão apenas com dólares americanos, seria válido também, pois no Canadá, haveria conversão automática. Fiquei pensando, no entanto, que isso me traria um pouco de confusão, pois planejamos detalhadamente cada centavo a ser gasto na viagem (para evitar impulsos que gerem dor de cabeça posterior) e aí quando você vai com uma quantia e ela se transforma em outra no meio do caminho, acho que torna um pouco mais difícil as coisas. Não que seja impossível, mas não queremos essa preocupação, afinal, nossa viagem é para curtir ao máximo e não pra ficar pensando quantos dólares americanos foram em uma compra utilizando dólares canadenses. Foi aí que encontrei uma solução! Um cartão que pudesse ser carregado em diversas moedas diferentes (multimoedas) e durante a compra nos destinos, é identificada a moeda local e então paga com ela, sem interferir nas demais. Imediatamente entrei em contato com a casa de câmbio que apresentava essa maravilha. O nome do cartão é Star Cash (http://www.starcash.com.br/). Ele é emitido pelo Banco Cruzeiro do Sul (http://www.bcsul.com.br/) e administrado pela casa de câmbio Getmoney Turmalina (http://www.turmalinacorretora.com.br/). Obs.: como eu disse anteriormente, não pesquisei muito se havia outra casa de câmbio que fornecesse um cartão como esse e isso pode ter sido um fator ruim, pois não sei se há outros benefícios em locais diferentes. Entrei em contato com a Turmalina para saber como proceder. No dia seguinte, eu estava retirando o cartão na loja. O custo para emissão do cartão é de R$ 10,00 e para retirada deve ser feita uma carga inicial de U$ 100,00. O interessante desse cartão é que você pode fazer transações entre as moedas carregadas. Ex.: Carreguei U$ 100,00 e CAD 100,00. Se de repente eu mudar de idéia e quiser transferir uma parte dos dólares americanos para os canadenses, isso pode ser feito pela internet mesmo, mediante cadastro prévio. O próprio sistema converte as moedas e te mostra o saldo final de cada uma. Isso pode ser feito de qualquer lugar do mundo. Ponto positivo para a idéia! Depois da aquisição do cartão, consultar a cotação do dólar no dia tornou-se fascinante e viciante rs Isso porque nunca me interessei por esses assuntos, além de é claro, não entender nadinha. Primeiro, descobri que a cotação que sempre aparece na TV, internet, etc (dólar comercial), não é utilizada para transações de viagens. Para isso, existe a cotação do dólar turismo. Ela é sempre maior do que o comercial Combinei com o Leo de ir carregando o cartão aos poucos, conforme fosse sobrando um dinheirinho. Isso nos fez também ficar mais atentos ainda ao câmbio do dia, pois se estivesse alto, seria interessante esperar mais um pouco até ele baixar. Quando eu acessava a internet e via que a cotação do dólar estava mais baixa, ligava na corretora para carregar o cartão. Agora vem a parte em que as pessoas que estão acostumadas com casa de câmbio vão rir da minha cara rsrs Comecei a perceber que o valor final em reais que a corretora me passava, não batia com o valor do câmbio do dia. Ex.: Vi na internet que o dólar turismo estava 1,88. Se eu comprar U$ 100,00 quer dizer que vou gastar R$ 188,00, certo? Errado!! O valor sempre era maior... No começo, achei que tinha visto errado na internet. Na segunda ou terceira compra resolvi perguntar: "Moça, porque esse valor de câmbio que você está me passando é diferente da internet" (momento vergonha hahahaha). Pior mesmo foi a resposta nada sincera dela vendo minha desinformação: "Porque esses valores da internet nunca são corretos, precisos". Se tivesse uma câmera, eu registraria a minha cara de interrogação, pois continuei não entendendo. A verdade (que a corretora me escondeu) é que cada casa câmbio comercializa a moeda a um valor. É como uma loja de roupas mesmo. Todas compram a camiseta a R$ 20,00 e cada uma vende ao preço que bem entender. Infelizmente já era tarde demais para eu cancelar tudo e ir para o concorrente mais barato. Aí vem a desvantagem do cartão pré-pago...você fica amarrado apenas a uma casa de câmbio. A única coisa que eu poderia fazer era correr para outra mais barata ao comprar dólar em espécie. Foi isso que fiz. A partir daí virei uma negociadora de dólares hahaha Quando resolvia comprar dólares, acessava a internet para saber quanto estava a cotação padrão. Ligava em 3 ou 4 casas de câmbio para saber quanto era a cotação delas e então, dessa forma, conseguia analisar pela cotação padrão, quem estava comercializando mais caro e mais barato. Comecei a perceber também que eles cobriam oferta de outra casa de câmbio. Aí sim a coisa ficou boa heheheheh e abandonei (parcialmente) a Turmalina. Primeiro, comprei uma parcela de dólares na ShopTur (http://www.shoptur.com.br/). A cotação deles é carinha também viu?! Depois encontrei a SP Mundi (http://www.spmundicambio.com.br/) que tem uma cotação muito boa, mas devido a distância da minha casa, tentei outra. Finalmente, achei a casa de câmbio Cotação - Grupo Rendimento ( http://www.cotacao.com.br/). Tem um preço um pouco maior do que a SP Mundi, mas são abertos a negociação e, no final, sempre chegavam ao mesmo valor dela. Gostei pelo atendimento e preocupação em fisgar o cliente, o que não tem na Turmalina (tentei uma negociação com eles, mas foram inflexíveis). Quando peguei as notas canadenses e americanas, a ansiedade pela viagem triplicou!! Você já se sente no país rsrs É muito legal! Agora, com dinheiro e cartão em mãos, além da definição do quanto temos no total para a viagem, precisamos definir quanto podemos gastar ao dia, conciliando com nosso roteiro de viagem, que postaremos nos próximos dias. See you soon! Escrito por Cristiane às 13h13 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Planejando a viagem
Sempre falam que tão bom quanto curtir a viagem é fazer o planejamento dela...não sei se isso é válido para pessoas ansiosas, pois um roteiro nos deixa extremamente angustiados querendo fazer tudo ao mesmo tempo e pior, frustrados, quando percebemos que isso não é possível rsrs Já ensaiamos diversas vezes começar o roteiro, mas sempre tem algo que nos distrai no percurso...fotos do local, curiosidades da cidade, das pessoas, etc e quando vamos ver o tempo passou e não estabelecemos a programação como deveríamos. Estamos pesquisando bastante na internet sobre os locais a serem visitados, principalmente através de blogs. Alguns realmente estão nos ajudando muito, como esses: http://gabynocanada.wordpress.com - A Gabriela é uma estudante de doutorado que mora há quase 2 anos em Toronto. Seu blog é muito organizado e cheio de detalhes e dicas. Ponto para sua forma de escrever. Deixa o texto mais gostoso de se ler, além de ter um bom português. Atualizado frequentemente. http://torontosecrets.zip.net/ - apesar de ser um blog antigo (acredito que o escritor o abandonou), tem dicas muito valiosas sobre a cidade. Tem um diferencial que é falar sobre os pubs e baladas existentes em Toronto, além dos pontos turísticos típicos. http://www.blogdicasdeviagem.com/2010/05/new-york-parte-1.html - blog excelente sobre algumas viagens nacionais e internacionais, mas fortíssimo ao falar sobre a cidade de New York. Explica diversas coisas num lugar só: dicas para embarque, conversão de pesos, medidas e temperaturas, como sair do aeroporto em NY e ir para o hotel (meios de transporte), divisão das áreas de Manhattan, telefones úteis incluindo de lugares que atendam em português, etc. É dividido em 3 partes, com destaque para a última, que fala sobre: "onde comer", "onde dormir","onde comprar" e "onde agitar". http://www.vamosparanovayork.com/ - site que fala de tudo um pouco em NY (pontos turísticos, locais para compras, hotéis, restaurantes, transporte, etc). Apesar de falar de tudo, não é rico em detalhes, mas aí é só você pegar a dica e procurar mais em outros locais. Apesar de um acervo bom na internet para montar um roteiro, resolvemos comprar 2 livros de bolso (1 de cada cidade) para nos ajudar. Livros são bons pois podem nos acompanhar na viagem, além de terem mapas que certamente serão consultados muitas vezes nas andanças. Outra coisa interessante é que eles possuem itens que são difíceis de encontrarmos na internet (a não ser que o blogueiro seja muito detalhista), como média de preços, telefones, endereços e localização no mapa. Seguem eles: - Top 10 - Toronto (Publifolha - Folha de São Paulo) - Guia de bolso - Nova York (Frommer's)
Agora com as fontes, vamos começar a colocar a mão na massa para juntar informações, organizá-las e montar um roteiro prático e possível de ser realizado. See you soon!
Escrito por Cristiane às 13h10 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Seguro Viagem
Sabe aquele ditado que diz: "Nunca achamos que pode acontecer conosco". Comigo definitivamente é o contrário! Eu SEMPRE acho que pode acontecer comigo rsrsrs O tema de seguro viagem teve muitas divergências com o Leo. Ele acha que não é preciso contratar. Eu já acho que é preciso sim, pois nunca se sabe o que pode acontecer. Bom, depois de conseguir convencê-lo razoavelmente sobre isso, começamos nosso "garimpo" por empresas que oferecessem seguro viagem a um preço bem legal, já que gastamos o que temos e o que não temos com a parte aérea e hotel. No dia em que estávamos fechando a viagem na CVC, a agente nos ofereceu o seguro com o parceiro que eles trabalham, que é a Travel Ace. Juro que quase cai de costas!! Não sei se sou pão dura (na verdade, eu sei sim rsrs) mas achei um absurdo pagar quase R$ 200,00 por pessoa (plano mais básico) para "caso aconteça algo durante a viagem". Aí você fica: "tá, e se não acontecer? Perdi R$ 200,00???" Bom, mesmo achando um absurdo, eu estava disposta a pagar pra me sentir mais segura. O Leo entretanto, não estava e se negou. Na verdade, foi a melhor decisão dele. Perguntamos à agente quanto tempo antes da viagem seria interessante contratar o seguro. Ela disse que até 1 semana é um prazo razoável. Sabendo disso, tínhamos quase 2 meses para pensar melhor sobre o assunto e fazer cotação com outras empresas. Vasculhei muuuuito. O Leo não se contenta com 2 ou 3 cotações. Ele sempre acha que podemos achar algo melhor...E aí, 6 ou 7 cotações depois eis que aparece um site que me mostrava um valor beeeeem legal (http://www.my-assistance.com.br/portugues/calidad.php). Para 12 dias de viagem (Canadá apenas, pois em NY o seguro está incluído no valor do hotel), a taxa é de U$ 40,00. Na cotação média da semana, algo em torno de R$ 72,00 por pessoa! Achamos o máximo e resolvemos fechar, já que a cotação está baixa. Procurei o telefone no site e qual foi minha surpresa quando observei a seguinte mensagem: MyAssistance é uma marca da TravelAce. Liguei lá e a atendente se apresenta como da Travel Ace mesmo. Para minha surpresa (novamente) o valor ficou mais em conta ainda: R$ 66,00 por pessoa!! Fechei por telefone mesmo. Logicamente, o plano é beeeeem básico (My internacional) e não sei porque cargas d'agua não aparece no folheto de proposta da CVC, nem no site da Travel Ace. Imagino que esse seja um plano da "irmã pobre" da Trave Ace kkkkk por conta disso, ela não é muito divulgada, afinal, compensa mais os clientes comprarem os planos mais tops. Fica minha dica então para quem vai fechar seguro viagem. OBS.: Outra boa opção é Mondial Assistance. Os preços são interessantes também, só que na corrida com a My Assistance, a última ganhou rsrs See you soon!
Escrito por Cristiane às 20h04 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Compra de passagens e reserva de hotel
Para quem não sabe essa será nossa 1ª viagem internacional. Confesso que estou apreensiva com os micos que podemos pagar, ainda mais porque só falamos o básico do básico em inglês! Por conta disso, preferimos não arriscar fazendo a viagem por conta própria e optamos pelo apoio de uma agência de viagem. Mesmo enquanto não tínhamos o visto, fizemos algumas cotações em agências para sabermos qual a média de valores e a diferença de preços em cada uma. É engraçado como em 80% das agências fomos tratados de maneira indiferente, como se estivessem fazendo um favor para nós (isso porque nem falamos que era apenas uma cotação e não iríamos fechar ainda). Acredito que esse ponto precisa ser urgentemente revisto pelas agências, porque depois disso me deu muuuuuita vontade de viajar sem intermédio de ninguém, ou seja, já perderam uma cliente. Bom, depois que saíram nossos vistos, coincidentemente encontramos uma colega do Leo que trabalha na CVC. Ela foi muito atenciosa em todas as dúvidas, simulações, enfim, finalmente eu estava sendo tratada decentemente numa agência de turismo! Resolvemos fechar com ela (obs.: isso não é propaganda da CVC, pois o atendimento em outras lojas da rede também foi péssimo, o que nos salvou realmente foi uma agente específica!) Como eu sempre digo que dinheiro não nasce em árvore (pelo menos, não para nós), procuramos algo que fosse razoavelmente bom e preferencialmente barato rsrs Logicamente, quando se fala em vôo para o Canadá que seja prático e rápido, já se pensa na Air Canada, que tem aéreo direto. Além disso, quem não entende nada de inglês, não fazer conexão ( e portanto, não passar por 2 imigrações só para ir) é menos traumatizante. No entanto, como faremos também a viagem Toronto - NY e depois NY- São Paulo, precisávamos de uma companhia que atendesse todos os roteiros e esse não é o caso da Air Canada. De opções então só tinhamos a Delta e a American Airlines, ambas com conexão. A Delta na ocasião estava mais cara, restou-nos então a AA. A minha primeira pergunta à agente foi: mas a AA não entrou em concordata?? Segundo ela, a operadora está trabalhando normalmente, pois eles só estão em fase de reestruturação. É engraçado pois no Brasil quando falamos em concordata já se pensa que a empresa está prá lá do fundo do poço rs Bom, conseguimos marcar nossos lugares (isso nos deixa aliviados, pois ficamos traumatizados em uma viagem para Maceió em relação a assentos). O vôo será noturno para Toronto e no retorno para SP. Na intermediária, será durante o dia. Bom, não fechamos hotel em Toronto pois, como eu havia falado em posts anteriores, meu irmão mora lá e ficaremos hospedados em sua casa. Com relação a hospedagem em New York, confesso que ficamos em um certo dilema entre contratar pela CVC e pela Decolar. Já havíamos escolhido o hotel e queríamos ele de qualquer jeito (tanto pela boa localização, quanto pelo custo). Na CVC o valor era bem maior, mas além de já estar incluído o seguro viagem, ficamos naquele dilema de fazer tudo sozinhos, sendo a primeira vez que estamos viajando ao exterior. Por conta disso, acabamos optando mesmo assim por fechar na CVC (confesso que hoje me arrependo um pouco...deveria ser mais corajosa com relação a essas coisas...todo mundo faz, porque nós não conseguiríamos??) O hotel que escolhemos é o New Yorker Hotel (http://newyorkerhotel.com/hotels_nyc.html) e fica bem pertinho do Central Park. Há uma estação de metrô bem próxima também e isso é muito importante para quem quer bater perna! rs Como a maioria dos hotéis, eles não oferecem café da manhã, mas isso é o de menos para quem quer conhecer tudo e ir a todos os lugares, incluindo lanchonetes e restaurantes, em NY. É isso aí...NY nos aguarde! See you soon!
Escrito por Cristiane às 21h59 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Visto canadense - parte II Já que fui incumbido pela Cris de escrever o próximo post, lá vou eu! Como ela escreveu anteriormente, não é preciso ir toda a família no VAC, por isso, peguei todos os documentos e fui sozinho. Chegando lá, eu era o único para ser atendido Só encontraram um problema com relação a foto. Na verdade, eu e a Cris por pura preguiça não tiramos as fotos no tamanho recomendado e aí fizemos o "jeitinho brasileiro". Pegamos as fotos que sobraram do processo de visto americano e cortamos à mão para que ficasse no tamanho exigido pelo Canadense. O problema é que não é apenas o tamanho da foto que conta, mas o tamanho do rosto na foto e aí a proporção estava totalmente comprometida depois que cortamos. Bom, a atendente levou a foto lá para dentro e começou a medir diversas coisas na foto. Voltou dizendo que não estava muito bom, mas que iria deixar, pois até o momento o Consulado não tem utilizado a foto no visto, mas apenas para cadastro no sistema. Respirei aliviado! Ela pediu meus dados principais e os cadastrou no sistema. Efetuei o pagamento da taxa do VAC (R$ 60,00 por pessoa) através de cartão de crédito, mas havia a possibilidade de pagamento em dinheiro também. Logo em seguida, me entregou um protocolo dizendo que o processo demoraria de 10 a 15 dias e que eu poderia acompanhar pelo site do VAC, através de um login e senha informados no protocolo. O atendimento todo não durou mais do que 10 minutos! Muito rápido, eficiente e sem stress. Ficamos acompanhando nosso processo pelo site. Demorou exatos 20 dias, porque entramos com o requerimento pouco antes do Natal e durante alguns dias o VAC não trabalhou, mas mesmo assim achamos tudo muito rápido. Fui até o VAC para retirar meu passaporte no dia seguinte. Novamente sem filas, sem stress e nosso visto canadense em mãos!
Volto a palavra à Cris. Missão cumprida! Até mais! Escrito por Cristiane às 17h10 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Visto canadense - parte I Assim como no processo de visto americano, comecei a pesquisar na internet sobre o visto canadense e novamente, fiquei com mais dúvidas e mais medo. Isso porque muitas pessoas falam que tiveram o visto recusado, mas não sabem muito bem o motivo, ainda mais porque não existe entrevista. Também como no visto americano, você precisará de muita disposição para preencher o formulário. Eu disse disposição? Desculpa....existe MUUUUUITA disposição e MUUUUITA paciência. Pois bem, vamos às explicações: você deverá decidir se quer dar entrada no visto diretamente pelo Consulado Canadense ou pelo VAC, uma espécie de poupatempo do Consulado, que tem o objetivo de atender os requisitantes em um horário mais amplo e com menos fila, ou seja, a comodidade é bem maior. Além disso, eles fazem uma pré-análise de sua documentação, aumentando as chances do seu visto ser aprovado de primeira. Outra coisa interessante, mas que optamos por não correr o risco, é que você pode enviar toda a documentação por correio. Mas enfim, preferimos entregar pessoalmente... Bom, a nossa opção foi pelo VAC (o que aconselho a todos!) O primeiro passo é você entrar no site http://www.csc-cvac.com/pt-BR/selfservice/cvac_welcome. Ele explica sobre a atuação do VAC e o processo de solicitação de visto, especialmente na parte esquerda da home, em Processamento da Candidatura > Submetendo um Requerimento. Para fazer o download dos formulários, você deverá clicar nesse mesmo menu à esquerda, em Documentos/Formulários/Checklists. No nosso caso de turistas, preenchemos os formulários contidos no quadro Visto de Residente Temporário + Checklist de turista. Como eu havia dito em post anterior sobre o visto americano: "O conteúdo dos formulários é fácil de preencher, apesar de exaustivo. Você precisa informar diversas coisas, como hotel onde ficará, endereço dele, qual o período que pretende ficar, quanto de dinheiro você dispõe para gastar nesse período, etc." O mesmo vale para o visto canadense! Preenchi meu formulário em cerca de 4 horas, pois algumas informações você precisará tirar do fundo do baú e isso implica em demora no processo, como por exemplo, colocar o endereço completo e telefone das empresas onde trabalhou nos últimos 10 anos (Hã?!). Para fazer o formulário do Leo gastei mais 2 horas. Dessa vez foi mais rápido pois eu já estava mais "craque" em preencher formulários rsrs OBS.: Ao finalizar o preenchimento do formulário IMM5257, você deverá voltar na primeira página e clicar em Validar, pois isso irá gerar alguns códigos de uso do Consulado. Não me informaram em nenhum lugar isso, mas eu deduzi e aconselho a seguir. Bom, finalizados os formulários, é só imprimir (haja tinta!) e assinar. Agora é só ir ao HSBC pagar a taxa. Assim como no visto americano, optamos pela taxa de múltiplas entradas, já que pretendemos voltar ao Canadá mais vezes, então o valor foi de R$ 250,00 aproxidamente, para cada pessoa. Lembrando que o valor é determinado pela cotação do dólar canadense dia, então sugiro levar um pouco mais de dinheiro. Diferentemente da taxa americana, você deve levar os dados da conta a ser depositado o valor. Segue abaixo: Banco: HSBC Informe o nome completo das pessoas que estão pagando a taxa, pois isso constará no recibo, que você deverá entregar no VAC. Se você for enviar os documentos por correio ao VAC, poderá pagar a taxa de serviços (sim, ela existe!) também no HSBC, mas atenção, a conta bancária é diferente! Segue abaixo: Banco: HSBC O valor dessa taxa do VAC é de R$60,00, independente da cotação do dólar do dia. Se você for até o VAC entregar a documentação, essa taxa poderá ser paga na hora também, através de cartão de crédito inclusive (nosso caso!) Com as taxas pagas, agora é só reunir os documentos necessários e levá-los ao VAC. Basicamente, os documentos são os mesmos necessários para o visto americano, mudando apenas o tamanho da foto (4x5). Segue: - Passaporte anterior vencido (Se possuir vistos canadenses anteriores); - Passaporte atual válido; - Cópia do RG ou Certidão de nascimento; - Cópia do CPF; - Formulários e checklists preenchidos e assinados; - 01 foto 04 X 05 recente (máximo 06 meses/ fundo branco/ sem óculos/sem cabelos encobrindo o rosto e orelhas). - Taxa Consular paga no HSBC; - Para caso de passageiro que tenha sua viagem sendo custeada pelos pais (e que não conste como dependente no Imposto de Renda), ou sendo custeada por outros parentes, etc., deverá também apresentar a documentação básica acima + CARTA CUSTEIO com firma reconhecida em cartório e contendo o grau de parentesco. Esta complementação é aplicada a todos os solicitantes de baixa renda, dependentes financeiramente ou aqueles que receberam a viagem como presente de parentes; - Cópia de documentos que comprovem vínculos com o país, como matrícula em faculdade, propriedades em seu nome, automóveis, etc. - Cópia dos 3 últimos holerites; - Carta da empresa declarando que é funcionário (cargo e data de admissão) e que não está sob aviso prévio ou período de experiência. Se possível, pedir à empresa mencionar o período em que estará de férias; OBS.: No nosso caso, levamos também uma carta convite, já que iremos visitar parentes que moram no Canadá. Essa carta pode ser um e-mail do anfitrião, informando ao Consulado que está o convidando para visitá-lo (importante dizer o período) e que durante esse tempo, ficará hospedado em sua residência (mencionar endereço). É interessante o anfitrião dizer também que é residente legal no país e comprovar essa informação, através de algum documento. Nós não tínhamos esse documentos, pois não deu tempo para meu irmão enviar, mas mesmo assim não tivemos problemas em relação a isso. Com os documentos em mãos, agora é só ir até o VAC (não precisa de agendamento. Eles funcionam de segunda a sexta das 09:00 às 18:00). Como foi o Leo quem levou os documentos, deixo para ele a missão de escrever o próximo post. See you soon!
Escrito por Cristiane às 13h50 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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